Repetir o amor já satisfaz!
Estamos cansados de repetições, de coisas que vão e volta? Pois não deveríamos, porque será assim para sempre.
Vemos o efeito ioiô em quase tudo que nos rodeia e que fazem parte de nossas vidas, será que o mundo se cansa de novidades e se vê no dever de voltar no antes? A moda é uma das que mais está voltando em períodos de ouro de outrora. É lindo assistir o festival de retrô nas roupas, acessórios e calçados. E é claro que o que vestimos influencia todo o nosso cotidiano que trazemos a moda retrô para dentro de nossas casas, com eletrodomésticos dos anos 70 e com as cores fortes dos anos 80.
Em se falando em música, parece que sempre tem alguém querendo trazer para essa época o glamour do início do jazz [leia-se jazz, okay?!], a grandiosidade de criatividade da época da ditadura para a mpb de agora e a inventividade da bossa nova, que sinto muito pra quem tenta, não vai conseguir.
É lógico que como tudo, umas coisas dão certo outras, não. Sentimos feridos quando alguém erra em trazer uma época de volta. Mas no geral, está tudo indo bem! Será?
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sábado, 24 de janeiro de 2009
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Hoje é dia de Capitu
Hoje é dia de Capitu, com olhos de uma beleza sem fim.
Vem aí para deleite daqueles que só ligam a tv aberta nessas ocasiões, Capitu. Bom, podemos confiar em Luiz Fernando Carvalho? Sim podemos, o currículo dele, nos mostra que poucas foram as vezes que ele errou, enumerar aqui algumas de suas crias, as minisséries: “os maias”, “hoje é dia de Maria”, “pedra do reino”, o filme: “lavoura arcaica” e entre outros. Lendo algumas notícias que saíram a seu respeito, o que percebi, é que Luiz Fernando é um diretor que sabe onde quer chegar, que tem uma arte contemporânea que ao mesmo tempo se choca com o barroco. É tão cuidadosamente caprichoso o seu trabalho, e percebemos que há envolvimento de todos, num geral.
Como já venho dizendo a muito tempo, adaptação de livros para a tela e cinema me deixa de nariz torcido, em se falando de uma obra prima, que marcou uma grande geração, é de ficar amedrontado, certas adaptações, não deveriam nem serem feitas, mas devemos confiar no Luiz Fernando. As chamadas na televisão nos dizem pouco, mas eu assisti um making off, em que fiquei bobo, e com um desejo enorme de ver a minissérie.
Então, nos resta esperar.
Esperar, esperar e esperar.
Não vejo a hora de ser lançado “Alice”, com direção de Tim Burton, só na expectativa, né. Eu sou apaixonado pelo trabalho de Tim, nunca me decepcionei com ele, sempre primoroso e cuidadoso também com seus filmes.
Não mais falarei de Radiohead.
Cotidiano.
Ando me divertindo tanto com as vindas de meu primo Otávio pra minha casa. Ele é elétrico, já travou o meu computador duas vezes, já quebrou a capa do cd “tribalistas”, quebrou também o rodo de minha mãe. Se eu for por aqui todas as suas peraltices, esse post vai ficar enorme.
Mas uma coisa que fiquei rindo a toa, fora quando eu o chamei de “e aí moleque” e ele me disse, “eu, não me chamo moleque, me chamo Otávio”, olha que coisa mais fofa desse mundo, não concordam?
Teve uma tarde que fui com ele na praça central daqui de minha cidade, e lá tem uns chafarizes, que as crianças brincam, meus amigos, ele ficou encantando com as águas saindo do chão e subindo no alto, ele tem três anos de idade.
Vem aí para deleite daqueles que só ligam a tv aberta nessas ocasiões, Capitu. Bom, podemos confiar em Luiz Fernando Carvalho? Sim podemos, o currículo dele, nos mostra que poucas foram as vezes que ele errou, enumerar aqui algumas de suas crias, as minisséries: “os maias”, “hoje é dia de Maria”, “pedra do reino”, o filme: “lavoura arcaica” e entre outros. Lendo algumas notícias que saíram a seu respeito, o que percebi, é que Luiz Fernando é um diretor que sabe onde quer chegar, que tem uma arte contemporânea que ao mesmo tempo se choca com o barroco. É tão cuidadosamente caprichoso o seu trabalho, e percebemos que há envolvimento de todos, num geral.
Como já venho dizendo a muito tempo, adaptação de livros para a tela e cinema me deixa de nariz torcido, em se falando de uma obra prima, que marcou uma grande geração, é de ficar amedrontado, certas adaptações, não deveriam nem serem feitas, mas devemos confiar no Luiz Fernando. As chamadas na televisão nos dizem pouco, mas eu assisti um making off, em que fiquei bobo, e com um desejo enorme de ver a minissérie.
Então, nos resta esperar.
Esperar, esperar e esperar.
Não vejo a hora de ser lançado “Alice”, com direção de Tim Burton, só na expectativa, né. Eu sou apaixonado pelo trabalho de Tim, nunca me decepcionei com ele, sempre primoroso e cuidadoso também com seus filmes.
Não mais falarei de Radiohead.
Cotidiano.
Ando me divertindo tanto com as vindas de meu primo Otávio pra minha casa. Ele é elétrico, já travou o meu computador duas vezes, já quebrou a capa do cd “tribalistas”, quebrou também o rodo de minha mãe. Se eu for por aqui todas as suas peraltices, esse post vai ficar enorme.
Mas uma coisa que fiquei rindo a toa, fora quando eu o chamei de “e aí moleque” e ele me disse, “eu, não me chamo moleque, me chamo Otávio”, olha que coisa mais fofa desse mundo, não concordam?
Teve uma tarde que fui com ele na praça central daqui de minha cidade, e lá tem uns chafarizes, que as crianças brincam, meus amigos, ele ficou encantando com as águas saindo do chão e subindo no alto, ele tem três anos de idade.
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