É claro que existe o que realmente é bom, e o que realmente é ruim.
Uma pessoa esclarecida e com opinião própria, sabe discernir tais questões e separar para a sua vida esses itens.
Você ir numa sala de cinema, ter aquele prazer de assistir um filme que escolheu dias ou até mesmo semanas antes, é uma afirmação que o filme é bom para você, porém ele pode não ser para a pessoa que está na sala de exibição ao lado vendo outro filme, e que passou pelo mesmo ritual que você.
“Gosto não se discute”, já diz o ditado. Mas o que é realmente bom, sim, é discutível. Se você é essa pessoa esclarecida e tem um gosto formado e um estilo cultural que já segue há um tempo, irá saber separar o lixo cultural lançado com intuito de arrecadar cifras de dinheiro da obra prima que será comentado o ano todo. Nem por isso essa obra vai render menos dinheiro, mas não foi essa a proposta inicial. Normalmente é assim.
Há uma questão relevante, temos que ter uma opinião formada sobre algo para podermos criticar, e isso amigo, é preto no branco, você vai ter que assistir ao filme que leu a sinopse e sabe que não vai agradar, vai ter que ouvir aquele cd novo que todos estão comentando daquele cantor/banda que você desdenha, porém isso você fara somente no caso de querer “dar” um de critico no seu blog pessoal, twitter e ou com os seus amigos.
Outra questão são os críticos “calejados” aqueles que já tempo lidam com isso, trabalham e ganham para apontar “erros” e “acertos”. Tem aqueles em que você tem uma simpatia, conhece a sua formação e então, não é tão reticente com relação a critica dele, porém muito cuidado para não cair nas armadilhas daqueles que já estão enjoados daquilo que fazem e só o fazem pelo pão de cada dia. Esses você precisa pensar muito para não cair no que escrevem.
Normalmente tudo não presta ou tudo presta.
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segunda-feira, 28 de setembro de 2009
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
picodelle doce
Você diz pra sua cabeça não fazer mais aquilo, e mesmo assim ela faz. Ela é a culpada de toda a desgraça que aconteceu nos últimos tempos em vida. Quando o seu coração está em paz com o seu amor, a sua cabeça não se sabe o por quê, vive de birras com ele.
Adiantaram as longas conversas que você teve com ela noite adentro? As batidas que você deu nela, a deixou zonza e sem agir, mas isso durou tão pouco...
Como pode a cabeça vencer o coração? Por ser o coração tão pequeno?
Mas não, a cabeça não venceu o coração.
Chegou um dia que você não aguentou e disse tanto pra cabeça quanto pro coração, que quem manda é você. Você tomou as rédeas em sua vida.
E no final de tudo, a cabeça e coração cansados da rivalidade, entraram em um acordo em que de tempo em tempo uma saía de cena para a outra reinar absoluta.
Adiantaram as longas conversas que você teve com ela noite adentro? As batidas que você deu nela, a deixou zonza e sem agir, mas isso durou tão pouco...
Como pode a cabeça vencer o coração? Por ser o coração tão pequeno?
Mas não, a cabeça não venceu o coração.
Chegou um dia que você não aguentou e disse tanto pra cabeça quanto pro coração, que quem manda é você. Você tomou as rédeas em sua vida.
E no final de tudo, a cabeça e coração cansados da rivalidade, entraram em um acordo em que de tempo em tempo uma saía de cena para a outra reinar absoluta.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Julho!
A vida da gente toma direções que não planejamos, e que nunca imaginamos. Podemos ter um planejamento de dois meses porque pra mim mais que isso não funciona.
Mais eis que a vida te dá grandes surpresas, e coisas que ontem você jurava não fazer, se vê fazendo, os juramentos de antes, não mais são válidos pra você, simplesmente o que antes tinha como certo, agora deixa de ter.
Pessoas que você nem tinha contato em coisas de quatro meses atrás, passam a fazer parte de sua vida e ser importante pra ela. Você até ousa pensar que são pra sempre, mesmo não estando por perto, e você não tendo muito contato pra relação ganhar força e ir aumentando cada vez mais. Porém, você passa sim a acreditar que são para sempre, e em seus novos planejamentos você já começa a incluírem em sua lista.
O medo de nada disso acontecer existe, mas temos que correr riscos e deixar as coisas acontecerem.
As nossas expectativas não podem ser negativas, ainda mais quando se é com relação a criar laços de amizade.
E quando você está falando do grande amor de sua vida? Todos os acontecimentos levam pra essa finalização: “o grande amor de sua vida”, com isso a pergunta acima pode ser positiva e as expectativas serem reais. Você não ia apostar todas as suas fichas em algo que você não tenha certeza, ainda mais quando você é calejado no assunto.
E tendo muitas coisas em comum, e tendo todas as provas de que sim, é o grande amor de sua vida, você passa a cogitar de que o relacionamento é pra sempre. Sempre, sendo uma palavra tão forte, é apenas ela que se encaixa em tudo o que você está vivendo.
Mais eis que a vida te dá grandes surpresas, e coisas que ontem você jurava não fazer, se vê fazendo, os juramentos de antes, não mais são válidos pra você, simplesmente o que antes tinha como certo, agora deixa de ter.
Pessoas que você nem tinha contato em coisas de quatro meses atrás, passam a fazer parte de sua vida e ser importante pra ela. Você até ousa pensar que são pra sempre, mesmo não estando por perto, e você não tendo muito contato pra relação ganhar força e ir aumentando cada vez mais. Porém, você passa sim a acreditar que são para sempre, e em seus novos planejamentos você já começa a incluírem em sua lista.
O medo de nada disso acontecer existe, mas temos que correr riscos e deixar as coisas acontecerem.
As nossas expectativas não podem ser negativas, ainda mais quando se é com relação a criar laços de amizade.
E quando você está falando do grande amor de sua vida? Todos os acontecimentos levam pra essa finalização: “o grande amor de sua vida”, com isso a pergunta acima pode ser positiva e as expectativas serem reais. Você não ia apostar todas as suas fichas em algo que você não tenha certeza, ainda mais quando você é calejado no assunto.
E tendo muitas coisas em comum, e tendo todas as provas de que sim, é o grande amor de sua vida, você passa a cogitar de que o relacionamento é pra sempre. Sempre, sendo uma palavra tão forte, é apenas ela que se encaixa em tudo o que você está vivendo.
sábado, 24 de janeiro de 2009
A lei do ioiô.
Repetir o amor já satisfaz!
Estamos cansados de repetições, de coisas que vão e volta? Pois não deveríamos, porque será assim para sempre.
Vemos o efeito ioiô em quase tudo que nos rodeia e que fazem parte de nossas vidas, será que o mundo se cansa de novidades e se vê no dever de voltar no antes? A moda é uma das que mais está voltando em períodos de ouro de outrora. É lindo assistir o festival de retrô nas roupas, acessórios e calçados. E é claro que o que vestimos influencia todo o nosso cotidiano que trazemos a moda retrô para dentro de nossas casas, com eletrodomésticos dos anos 70 e com as cores fortes dos anos 80.
Em se falando em música, parece que sempre tem alguém querendo trazer para essa época o glamour do início do jazz [leia-se jazz, okay?!], a grandiosidade de criatividade da época da ditadura para a mpb de agora e a inventividade da bossa nova, que sinto muito pra quem tenta, não vai conseguir.
É lógico que como tudo, umas coisas dão certo outras, não. Sentimos feridos quando alguém erra em trazer uma época de volta. Mas no geral, está tudo indo bem! Será?
Estamos cansados de repetições, de coisas que vão e volta? Pois não deveríamos, porque será assim para sempre.
Vemos o efeito ioiô em quase tudo que nos rodeia e que fazem parte de nossas vidas, será que o mundo se cansa de novidades e se vê no dever de voltar no antes? A moda é uma das que mais está voltando em períodos de ouro de outrora. É lindo assistir o festival de retrô nas roupas, acessórios e calçados. E é claro que o que vestimos influencia todo o nosso cotidiano que trazemos a moda retrô para dentro de nossas casas, com eletrodomésticos dos anos 70 e com as cores fortes dos anos 80.
Em se falando em música, parece que sempre tem alguém querendo trazer para essa época o glamour do início do jazz [leia-se jazz, okay?!], a grandiosidade de criatividade da época da ditadura para a mpb de agora e a inventividade da bossa nova, que sinto muito pra quem tenta, não vai conseguir.
É lógico que como tudo, umas coisas dão certo outras, não. Sentimos feridos quando alguém erra em trazer uma época de volta. Mas no geral, está tudo indo bem! Será?
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
A grande Piada!
A idéia de escrever ideia sem acento me assusta e me deixa sem idéias.
As mudanças nem sempre vem para o bem, foi o caso de tirar o acento da idéia.
Então a ideia ficou e o acento, retirou-se de cena.
As mudanças nem sempre vem para o bem, foi o caso de tirar o acento da idéia.
Então a ideia ficou e o acento, retirou-se de cena.
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
novembro, 2008.
Bom mesmo é (re)ler.
Reler um livro, para mim é ótimo, relendo Mrs. Dalloway, encontrei algumas coisas que na primeira vez eu não havia encontrado, a releitura, nos faz dar uma nova analisada na obra, pois a empolgação e situação, são outras. Assim como é com os filmes, na primeira vez em que assistimos, estamos com a empolgação da estréia, então algumas situações deste nos passa despercebido, já na outras vezes em que assistimos, conseguimos com mais calma sentir o filme.
Mrs. Dalloway é um livro impar, Virginia usou de recursos contemporâneo na grande obra. Uma das frases que mais me encanta é a do início do livro. “Mrs. Dalloway disse que ela própria ia comprar flores”. A partir dessa frase, Clarissa começa uma aventura pela Londres de sua época, e toda a sua experiência nessa sua saída será usado na obra inteira, o livro é uma delícia.
Junto com o livro de Virginia, estou lendo As memórias do Livro, de Geraldine Brooks. Estou no início, mas pelo que ouvi e pelo começo da história, o livro promete. O enredo é a descoberta do livro Hagadá de Saravejo, e uma curadora famosa é chamada para analisar o manuscrito.
Assim que terminar esses, quero ler a nova tradução do livro Os irmãos Karamázov, de Dostoéviski, já o tenho em mãos, mas esperarei uma oportunidade melhor para lê-lo.
Noël, 1975.
Descobri por meio de um amigo, um filme maravilhoso, C.R.A.Z.Y.. Desde o nome até os créditos finais, o filme é maravilhoso. É a história de um patriarca francês durão, que se depara com a necessidade de se modernizar sem querer por causa dos cinco filhos que tem, mas a história se concentra mais no quarto filho deste.
De nome Zac, o menino já nasceu especial, por ter tido complicações no parto, e ter quase morrido, sua mãe colocou na cabeça dele e de toda a família que Zac tinha um dom. Mas, o que tem um foco na história de Zac, são as questões de sua sexualidade, que desde criança o a tormenta. O filme é lindo, denso e que nos faz querer ver sempre. Não é legal passar aqui todo o enredo do filme, o interessante, é assistir mesmo.
A trilha sonora de C.R.A.Z.Y. é uma história à parte, Zac, é apaixonado por David Bowie, e chega até imitá-lo, o que causa conflitos entre seus irmãos. Por aí dá pra se ver que o filme é ótimo.
Aliás, C.R.A.Z.Y. é as iniciais do nome dos cinco garotos, e também tema musical do filme, que sempre em momentos “chave” toca Crazy, de Patsy Cline.
Radiohead.
Estou em êxtase com a idéia da minha querida banda estar vindo no início do ano para o Brasil. Se isso se confirmar estarei lá, sim senhor. Estou viciado em repeating, todas as músicas que ouço, dá aquela vontade de ouvir mais vezes. Tem sido assim com a música Bodysnatchers, essa música me domina total.
Reler um livro, para mim é ótimo, relendo Mrs. Dalloway, encontrei algumas coisas que na primeira vez eu não havia encontrado, a releitura, nos faz dar uma nova analisada na obra, pois a empolgação e situação, são outras. Assim como é com os filmes, na primeira vez em que assistimos, estamos com a empolgação da estréia, então algumas situações deste nos passa despercebido, já na outras vezes em que assistimos, conseguimos com mais calma sentir o filme.
Mrs. Dalloway é um livro impar, Virginia usou de recursos contemporâneo na grande obra. Uma das frases que mais me encanta é a do início do livro. “Mrs. Dalloway disse que ela própria ia comprar flores”. A partir dessa frase, Clarissa começa uma aventura pela Londres de sua época, e toda a sua experiência nessa sua saída será usado na obra inteira, o livro é uma delícia.
Junto com o livro de Virginia, estou lendo As memórias do Livro, de Geraldine Brooks. Estou no início, mas pelo que ouvi e pelo começo da história, o livro promete. O enredo é a descoberta do livro Hagadá de Saravejo, e uma curadora famosa é chamada para analisar o manuscrito.
Assim que terminar esses, quero ler a nova tradução do livro Os irmãos Karamázov, de Dostoéviski, já o tenho em mãos, mas esperarei uma oportunidade melhor para lê-lo.
Noël, 1975.
Descobri por meio de um amigo, um filme maravilhoso, C.R.A.Z.Y.. Desde o nome até os créditos finais, o filme é maravilhoso. É a história de um patriarca francês durão, que se depara com a necessidade de se modernizar sem querer por causa dos cinco filhos que tem, mas a história se concentra mais no quarto filho deste.
De nome Zac, o menino já nasceu especial, por ter tido complicações no parto, e ter quase morrido, sua mãe colocou na cabeça dele e de toda a família que Zac tinha um dom. Mas, o que tem um foco na história de Zac, são as questões de sua sexualidade, que desde criança o a tormenta. O filme é lindo, denso e que nos faz querer ver sempre. Não é legal passar aqui todo o enredo do filme, o interessante, é assistir mesmo.
A trilha sonora de C.R.A.Z.Y. é uma história à parte, Zac, é apaixonado por David Bowie, e chega até imitá-lo, o que causa conflitos entre seus irmãos. Por aí dá pra se ver que o filme é ótimo.
Aliás, C.R.A.Z.Y. é as iniciais do nome dos cinco garotos, e também tema musical do filme, que sempre em momentos “chave” toca Crazy, de Patsy Cline.
Radiohead.
Estou em êxtase com a idéia da minha querida banda estar vindo no início do ano para o Brasil. Se isso se confirmar estarei lá, sim senhor. Estou viciado em repeating, todas as músicas que ouço, dá aquela vontade de ouvir mais vezes. Tem sido assim com a música Bodysnatchers, essa música me domina total.
domingo, 19 de outubro de 2008
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Mamãe diz que vem um temporal por aí.
Quando ao longe nossa mãe avista um grande temporal, ela logo cuida de recolher as roupas do varal, fecha-se às portas e janelas da casa e ali dentro parece ser o lugar mais seguro do mundo.
Com o medo de uma grande recessão na economia americana as autoridades de lá fazem de um tudo para não ocorrer o desastre que aconteceu há 80 anos atrás, a chamada “depressão dos anos 30”, onde mais de mil bancos americanos quebraram, a taxa de desemprego batia recorde e o povo andara pelas ruas atrás de comida.
O nosso governo tenta fechar o Brasil com medo que esse temporal invada todo o país, mas na era da globalização o mesmo temporal que destrói a casa americana destrói a casa brasileira também. Com o vício de que os Estados Unidos é o centro do mundo financeiro, o que não vai bem lá conseqüentemente não vai bem no resto do mundo, aqui a comitiva Lula anda dando recados ao povo de que o serviço de casa está sendo feito, dizem eles que não há perigo de risco para o bom desempenho de nossa economia.
Não é bem assim que acontece, o mesmo dinheiro que tenho no bolso, logo será o mesmo que estará no bolso de um norte americano, o que se compra aqui será vendido lá, esse é o nosso mercado globalizado, não existe um lugar protegido chamado Brasil. De nada adianta trabalharmos bem aqui e lá do outro lado nem levantarem para trabalhar.
Que tudo é globalizado e interligado, isso é fato e não se volta atrás, para se viver bem hoje em dia, um país tem que ter um mercado aberto e de livre acesso, mas como sair desse circulo vicioso que é a dependência dos Estados Unidos? Essa pergunta garanto a você todo mundo faz.
O nosso papel como cidadão comum é gastar menos e poupar mais, aquele iphone que você está louco para comprar deverá esperar um pouco, devemos gastar com coisas que realmente temos precisão, estou vendo alguém torcer o nariz, sei que é coisa de outro mundo, que parece ser um problema que nada tem haver com você, mas acredite, você é globalizado sim e está interligado nisso tudo, então cuide de fechar toda a casa que vem aí um grande temporal.
Com o medo de uma grande recessão na economia americana as autoridades de lá fazem de um tudo para não ocorrer o desastre que aconteceu há 80 anos atrás, a chamada “depressão dos anos 30”, onde mais de mil bancos americanos quebraram, a taxa de desemprego batia recorde e o povo andara pelas ruas atrás de comida.
O nosso governo tenta fechar o Brasil com medo que esse temporal invada todo o país, mas na era da globalização o mesmo temporal que destrói a casa americana destrói a casa brasileira também. Com o vício de que os Estados Unidos é o centro do mundo financeiro, o que não vai bem lá conseqüentemente não vai bem no resto do mundo, aqui a comitiva Lula anda dando recados ao povo de que o serviço de casa está sendo feito, dizem eles que não há perigo de risco para o bom desempenho de nossa economia.
Não é bem assim que acontece, o mesmo dinheiro que tenho no bolso, logo será o mesmo que estará no bolso de um norte americano, o que se compra aqui será vendido lá, esse é o nosso mercado globalizado, não existe um lugar protegido chamado Brasil. De nada adianta trabalharmos bem aqui e lá do outro lado nem levantarem para trabalhar.
Que tudo é globalizado e interligado, isso é fato e não se volta atrás, para se viver bem hoje em dia, um país tem que ter um mercado aberto e de livre acesso, mas como sair desse circulo vicioso que é a dependência dos Estados Unidos? Essa pergunta garanto a você todo mundo faz.
O nosso papel como cidadão comum é gastar menos e poupar mais, aquele iphone que você está louco para comprar deverá esperar um pouco, devemos gastar com coisas que realmente temos precisão, estou vendo alguém torcer o nariz, sei que é coisa de outro mundo, que parece ser um problema que nada tem haver com você, mas acredite, você é globalizado sim e está interligado nisso tudo, então cuide de fechar toda a casa que vem aí um grande temporal.
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