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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Advertência (?)

É claro que existe o que realmente é bom, e o que realmente é ruim.
Uma pessoa esclarecida e com opinião própria, sabe discernir tais questões e separar para a sua vida esses itens.
Você ir numa sala de cinema, ter aquele prazer de assistir um filme que escolheu dias ou até mesmo semanas antes, é uma afirmação que o filme é bom para você, porém ele pode não ser para a pessoa que está na sala de exibição ao lado vendo outro filme, e que passou pelo mesmo ritual que você.
“Gosto não se discute”, já diz o ditado. Mas o que é realmente bom, sim, é discutível. Se você é essa pessoa esclarecida e tem um gosto formado e um estilo cultural que já segue há um tempo, irá saber separar o lixo cultural lançado com intuito de arrecadar cifras de dinheiro da obra prima que será comentado o ano todo. Nem por isso essa obra vai render menos dinheiro, mas não foi essa a proposta inicial. Normalmente é assim.
Há uma questão relevante, temos que ter uma opinião formada sobre algo para podermos criticar, e isso amigo, é preto no branco, você vai ter que assistir ao filme que leu a sinopse e sabe que não vai agradar, vai ter que ouvir aquele cd novo que todos estão comentando daquele cantor/banda que você desdenha, porém isso você fara somente no caso de querer “dar” um de critico no seu blog pessoal, twitter e ou com os seus amigos.
Outra questão são os críticos “calejados” aqueles que já tempo lidam com isso, trabalham e ganham para apontar “erros” e “acertos”. Tem aqueles em que você tem uma simpatia, conhece a sua formação e então, não é tão reticente com relação a critica dele, porém muito cuidado para não cair nas armadilhas daqueles que já estão enjoados daquilo que fazem e só o fazem pelo pão de cada dia. Esses você precisa pensar muito para não cair no que escrevem.
Normalmente tudo não presta ou tudo presta.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

picodelle doce

Você diz pra sua cabeça não fazer mais aquilo, e mesmo assim ela faz. Ela é a culpada de toda a desgraça que aconteceu nos últimos tempos em vida. Quando o seu coração está em paz com o seu amor, a sua cabeça não se sabe o por quê, vive de birras com ele.
Adiantaram as longas conversas que você teve com ela noite adentro? As batidas que você deu nela, a deixou zonza e sem agir, mas isso durou tão pouco...
Como pode a cabeça vencer o coração? Por ser o coração tão pequeno?
Mas não, a cabeça não venceu o coração.
Chegou um dia que você não aguentou e disse tanto pra cabeça quanto pro coração, que quem manda é você. Você tomou as rédeas em sua vida.
E no final de tudo, a cabeça e coração cansados da rivalidade, entraram em um acordo em que de tempo em tempo uma saía de cena para a outra reinar absoluta.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Julho!

A vida da gente toma direções que não planejamos, e que nunca imaginamos. Podemos ter um planejamento de dois meses porque pra mim mais que isso não funciona.
Mais eis que a vida te dá grandes surpresas, e coisas que ontem você jurava não fazer, se vê fazendo, os juramentos de antes, não mais são válidos pra você, simplesmente o que antes tinha como certo, agora deixa de ter.
Pessoas que você nem tinha contato em coisas de quatro meses atrás, passam a fazer parte de sua vida e ser importante pra ela. Você até ousa pensar que são pra sempre, mesmo não estando por perto, e você não tendo muito contato pra relação ganhar força e ir aumentando cada vez mais. Porém, você passa sim a acreditar que são para sempre, e em seus novos planejamentos você já começa a incluírem em sua lista.
O medo de nada disso acontecer existe, mas temos que correr riscos e deixar as coisas acontecerem.
As nossas expectativas não podem ser negativas, ainda mais quando se é com relação a criar laços de amizade.
E quando você está falando do grande amor de sua vida? Todos os acontecimentos levam pra essa finalização: “o grande amor de sua vida”, com isso a pergunta acima pode ser positiva e as expectativas serem reais. Você não ia apostar todas as suas fichas em algo que você não tenha certeza, ainda mais quando você é calejado no assunto.
E tendo muitas coisas em comum, e tendo todas as provas de que sim, é o grande amor de sua vida, você passa a cogitar de que o relacionamento é pra sempre. Sempre, sendo uma palavra tão forte, é apenas ela que se encaixa em tudo o que você está vivendo.

sábado, 24 de janeiro de 2009

A lei do ioiô.

Repetir o amor já satisfaz!

Estamos cansados de repetições, de coisas que vão e volta? Pois não deveríamos, porque será assim para sempre.
Vemos o efeito ioiô em quase tudo que nos rodeia e que fazem parte de nossas vidas, será que o mundo se cansa de novidades e se vê no dever de voltar no antes? A moda é uma das que mais está voltando em períodos de ouro de outrora. É lindo assistir o festival de retrô nas roupas, acessórios e calçados. E é claro que o que vestimos influencia todo o nosso cotidiano que trazemos a moda retrô para dentro de nossas casas, com eletrodomésticos dos anos 70 e com as cores fortes dos anos 80.
Em se falando em música, parece que sempre tem alguém querendo trazer para essa época o glamour do início do jazz [leia-se jazz, okay?!], a grandiosidade de criatividade da época da ditadura para a mpb de agora e a inventividade da bossa nova, que sinto muito pra quem tenta, não vai conseguir.
É lógico que como tudo, umas coisas dão certo outras, não. Sentimos feridos quando alguém erra em trazer uma época de volta. Mas no geral, está tudo indo bem! Será?

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

A grande Piada!

A idéia de escrever ideia sem acento me assusta e me deixa sem idéias.
As mudanças nem sempre vem para o bem, foi o caso de tirar o acento da idéia.
Então a ideia ficou e o acento, retirou-se de cena.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

novembro, 2008.

Bom mesmo é (re)ler.

Reler um livro, para mim é ótimo, relendo Mrs. Dalloway, encontrei algumas coisas que na primeira vez eu não havia encontrado, a releitura, nos faz dar uma nova analisada na obra, pois a empolgação e situação, são outras. Assim como é com os filmes, na primeira vez em que assistimos, estamos com a empolgação da estréia, então algumas situações deste nos passa despercebido, já na outras vezes em que assistimos, conseguimos com mais calma sentir o filme.
Mrs. Dalloway é um livro impar, Virginia usou de recursos contemporâneo na grande obra. Uma das frases que mais me encanta é a do início do livro. “Mrs. Dalloway disse que ela própria ia comprar flores”. A partir dessa frase, Clarissa começa uma aventura pela Londres de sua época, e toda a sua experiência nessa sua saída será usado na obra inteira, o livro é uma delícia.
Junto com o livro de Virginia, estou lendo As memórias do Livro, de Geraldine Brooks. Estou no início, mas pelo que ouvi e pelo começo da história, o livro promete. O enredo é a descoberta do livro Hagadá de Saravejo, e uma curadora famosa é chamada para analisar o manuscrito.
Assim que terminar esses, quero ler a nova tradução do livro Os irmãos Karamázov, de Dostoéviski, já o tenho em mãos, mas esperarei uma oportunidade melhor para lê-lo.


Noël, 1975.

Descobri por meio de um amigo, um filme maravilhoso, C.R.A.Z.Y.. Desde o nome até os créditos finais, o filme é maravilhoso. É a história de um patriarca francês durão, que se depara com a necessidade de se modernizar sem querer por causa dos cinco filhos que tem, mas a história se concentra mais no quarto filho deste.
De nome Zac, o menino já nasceu especial, por ter tido complicações no parto, e ter quase morrido, sua mãe colocou na cabeça dele e de toda a família que Zac tinha um dom. Mas, o que tem um foco na história de Zac, são as questões de sua sexualidade, que desde criança o a tormenta. O filme é lindo, denso e que nos faz querer ver sempre. Não é legal passar aqui todo o enredo do filme, o interessante, é assistir mesmo.
A trilha sonora de C.R.A.Z.Y. é uma história à parte, Zac, é apaixonado por David Bowie, e chega até imitá-lo, o que causa conflitos entre seus irmãos. Por aí dá pra se ver que o filme é ótimo.
Aliás, C.R.A.Z.Y. é as iniciais do nome dos cinco garotos, e também tema musical do filme, que sempre em momentos “chave” toca Crazy, de Patsy Cline.


Radiohead.

Estou em êxtase com a idéia da minha querida banda estar vindo no início do ano para o Brasil. Se isso se confirmar estarei lá, sim senhor. Estou viciado em repeating, todas as músicas que ouço, dá aquela vontade de ouvir mais vezes. Tem sido assim com a música Bodysnatchers, essa música me domina total.

domingo, 19 de outubro de 2008

Björk!








porquê as imagens dizem TUDO!
mas a nova música com o Thom Yorke, não rolou, okay querida?
te amo mesmo assim.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Mamãe diz que vem um temporal por aí.

Quando ao longe nossa mãe avista um grande temporal, ela logo cuida de recolher as roupas do varal, fecha-se às portas e janelas da casa e ali dentro parece ser o lugar mais seguro do mundo.

Com o medo de uma grande recessão na economia americana as autoridades de lá fazem de um tudo para não ocorrer o desastre que aconteceu há 80 anos atrás, a chamada “depressão dos anos 30”, onde mais de mil bancos americanos quebraram, a taxa de desemprego batia recorde e o povo andara pelas ruas atrás de comida.
O nosso governo tenta fechar o Brasil com medo que esse temporal invada todo o país, mas na era da globalização o mesmo temporal que destrói a casa americana destrói a casa brasileira também. Com o vício de que os Estados Unidos é o centro do mundo financeiro, o que não vai bem lá conseqüentemente não vai bem no resto do mundo, aqui a comitiva Lula anda dando recados ao povo de que o serviço de casa está sendo feito, dizem eles que não há perigo de risco para o bom desempenho de nossa economia.
Não é bem assim que acontece, o mesmo dinheiro que tenho no bolso, logo será o mesmo que estará no bolso de um norte americano, o que se compra aqui será vendido lá, esse é o nosso mercado globalizado, não existe um lugar protegido chamado Brasil. De nada adianta trabalharmos bem aqui e lá do outro lado nem levantarem para trabalhar.
Que tudo é globalizado e interligado, isso é fato e não se volta atrás, para se viver bem hoje em dia, um país tem que ter um mercado aberto e de livre acesso, mas como sair desse circulo vicioso que é a dependência dos Estados Unidos? Essa pergunta garanto a você todo mundo faz.
O nosso papel como cidadão comum é gastar menos e poupar mais, aquele iphone que você está louco para comprar deverá esperar um pouco, devemos gastar com coisas que realmente temos precisão, estou vendo alguém torcer o nariz, sei que é coisa de outro mundo, que parece ser um problema que nada tem haver com você, mas acredite, você é globalizado sim e está interligado nisso tudo, então cuide de fechar toda a casa que vem aí um grande temporal.