Antecedendo a 28ª Bienal de São Paulo, eu escrevi um texto sobre as novidades e ousadias da exposição desse ano, que entre tantas coisas, teriam obras onde o público pudesse interagir e um saguão vazio onde estes pudessem fazer o que bem pretendesse.
Eis que acontece de um grupo, que está sendo chamado de vândalos, meliantes, pixadores, baderneiros e entre tantos outros adjetivos, se manifestam no tal saguão vazio. Pixam frases como, “abaixa a ditadura”, “fora sistema”, logo a segurança da bienal é acionada e tentam conter o grupo, para quando a polícia chegasse, resolvesse o “pepino”, mas quase todos conseguiram fugir, sendo que só uma garota ficou no poder dos seguranças, foi presa com a chegada da polícia que a classificou como vândala e ameaça a patrimônio nacional.
Foi feito tudo errado, jamais ela poderia ser presa, até onde eu sei, ela não cometeu nenhum ato de vandalismo, o saguão foi feito para qualquer estilo de arte e manifestação, li no script da bienal, que dizia isso. E mais, uma das curadoras disse que isso só poderia ser um ato de gente da periferia. Com essa fala, ela classifica o que sendo periferia, o que sendo gente da periferia? Então se fosse um pintor e pintasse uma linda paisagem nas paredes do saguão, seria maravilhoso?
Segundo li, as notícias de vandalismo só ocorreram depois que os seguranças disseram que chamariam a polícia, então o grupo quebrou as vidraças e fugiu.
Li muitos blogs, que condenaram a ação da bienal e muitos que condenaram o que o grupo fez. O que aconteceu foi exatamente igual à proposta da bienal, interação total do público, e quando isso aconteceu, eles coagiram, não dá para entender, menos ainda as manifestações contra o grupo.
Ao meu ver, a bienal perdeu uma grande oportunidade de discutir o assunto.
Há textos por aí que classificam o grupo de gangues, e falam que sim, o grupo é uma gangue.
Eis que acontece de um grupo, que está sendo chamado de vândalos, meliantes, pixadores, baderneiros e entre tantos outros adjetivos, se manifestam no tal saguão vazio. Pixam frases como, “abaixa a ditadura”, “fora sistema”, logo a segurança da bienal é acionada e tentam conter o grupo, para quando a polícia chegasse, resolvesse o “pepino”, mas quase todos conseguiram fugir, sendo que só uma garota ficou no poder dos seguranças, foi presa com a chegada da polícia que a classificou como vândala e ameaça a patrimônio nacional.
Foi feito tudo errado, jamais ela poderia ser presa, até onde eu sei, ela não cometeu nenhum ato de vandalismo, o saguão foi feito para qualquer estilo de arte e manifestação, li no script da bienal, que dizia isso. E mais, uma das curadoras disse que isso só poderia ser um ato de gente da periferia. Com essa fala, ela classifica o que sendo periferia, o que sendo gente da periferia? Então se fosse um pintor e pintasse uma linda paisagem nas paredes do saguão, seria maravilhoso?
Segundo li, as notícias de vandalismo só ocorreram depois que os seguranças disseram que chamariam a polícia, então o grupo quebrou as vidraças e fugiu.
Li muitos blogs, que condenaram a ação da bienal e muitos que condenaram o que o grupo fez. O que aconteceu foi exatamente igual à proposta da bienal, interação total do público, e quando isso aconteceu, eles coagiram, não dá para entender, menos ainda as manifestações contra o grupo.
Ao meu ver, a bienal perdeu uma grande oportunidade de discutir o assunto.
Há textos por aí que classificam o grupo de gangues, e falam que sim, o grupo é uma gangue.
