Você diz pra sua cabeça não fazer mais aquilo, e mesmo assim ela faz. Ela é a culpada de toda a desgraça que aconteceu nos últimos tempos em vida. Quando o seu coração está em paz com o seu amor, a sua cabeça não se sabe o por quê, vive de birras com ele.
Adiantaram as longas conversas que você teve com ela noite adentro? As batidas que você deu nela, a deixou zonza e sem agir, mas isso durou tão pouco...
Como pode a cabeça vencer o coração? Por ser o coração tão pequeno?
Mas não, a cabeça não venceu o coração.
Chegou um dia que você não aguentou e disse tanto pra cabeça quanto pro coração, que quem manda é você. Você tomou as rédeas em sua vida.
E no final de tudo, a cabeça e coração cansados da rivalidade, entraram em um acordo em que de tempo em tempo uma saía de cena para a outra reinar absoluta.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
sábado, 22 de agosto de 2009
que o amor não fuja dos nossos olhos.
não deixar que as coisas que você disse hoje mudem amanhã.
ser o mais atento a todas as nossas formas de carinhos e mimos, não abater, não se desanimar, renovar sempre.
e quando nada tiver mais sentido, lembra do quanto fomos felizes, lembra que no mundo só existiam você e eu.
que o gostar nunca se transforme num gostar menos.
e quando a paixão acabar, que venha o amor.
e que não haja tédio, nem querer de menos.
nem de menos permitiremos.
e se de menos permitirmos. que seja menos distância, menos tempo longe, menos julgamentos, menos destempero, menos, menos...
e quando nada mais houver, voltemos aos nos nossos primeiros dias de encantamento.
ser o mais atento a todas as nossas formas de carinhos e mimos, não abater, não se desanimar, renovar sempre.
e quando nada tiver mais sentido, lembra do quanto fomos felizes, lembra que no mundo só existiam você e eu.
que o gostar nunca se transforme num gostar menos.
e quando a paixão acabar, que venha o amor.
e que não haja tédio, nem querer de menos.
nem de menos permitiremos.
e se de menos permitirmos. que seja menos distância, menos tempo longe, menos julgamentos, menos destempero, menos, menos...
e quando nada mais houver, voltemos aos nos nossos primeiros dias de encantamento.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Julho!
A vida da gente toma direções que não planejamos, e que nunca imaginamos. Podemos ter um planejamento de dois meses porque pra mim mais que isso não funciona.
Mais eis que a vida te dá grandes surpresas, e coisas que ontem você jurava não fazer, se vê fazendo, os juramentos de antes, não mais são válidos pra você, simplesmente o que antes tinha como certo, agora deixa de ter.
Pessoas que você nem tinha contato em coisas de quatro meses atrás, passam a fazer parte de sua vida e ser importante pra ela. Você até ousa pensar que são pra sempre, mesmo não estando por perto, e você não tendo muito contato pra relação ganhar força e ir aumentando cada vez mais. Porém, você passa sim a acreditar que são para sempre, e em seus novos planejamentos você já começa a incluírem em sua lista.
O medo de nada disso acontecer existe, mas temos que correr riscos e deixar as coisas acontecerem.
As nossas expectativas não podem ser negativas, ainda mais quando se é com relação a criar laços de amizade.
E quando você está falando do grande amor de sua vida? Todos os acontecimentos levam pra essa finalização: “o grande amor de sua vida”, com isso a pergunta acima pode ser positiva e as expectativas serem reais. Você não ia apostar todas as suas fichas em algo que você não tenha certeza, ainda mais quando você é calejado no assunto.
E tendo muitas coisas em comum, e tendo todas as provas de que sim, é o grande amor de sua vida, você passa a cogitar de que o relacionamento é pra sempre. Sempre, sendo uma palavra tão forte, é apenas ela que se encaixa em tudo o que você está vivendo.
Mais eis que a vida te dá grandes surpresas, e coisas que ontem você jurava não fazer, se vê fazendo, os juramentos de antes, não mais são válidos pra você, simplesmente o que antes tinha como certo, agora deixa de ter.
Pessoas que você nem tinha contato em coisas de quatro meses atrás, passam a fazer parte de sua vida e ser importante pra ela. Você até ousa pensar que são pra sempre, mesmo não estando por perto, e você não tendo muito contato pra relação ganhar força e ir aumentando cada vez mais. Porém, você passa sim a acreditar que são para sempre, e em seus novos planejamentos você já começa a incluírem em sua lista.
O medo de nada disso acontecer existe, mas temos que correr riscos e deixar as coisas acontecerem.
As nossas expectativas não podem ser negativas, ainda mais quando se é com relação a criar laços de amizade.
E quando você está falando do grande amor de sua vida? Todos os acontecimentos levam pra essa finalização: “o grande amor de sua vida”, com isso a pergunta acima pode ser positiva e as expectativas serem reais. Você não ia apostar todas as suas fichas em algo que você não tenha certeza, ainda mais quando você é calejado no assunto.
E tendo muitas coisas em comum, e tendo todas as provas de que sim, é o grande amor de sua vida, você passa a cogitar de que o relacionamento é pra sempre. Sempre, sendo uma palavra tão forte, é apenas ela que se encaixa em tudo o que você está vivendo.
sábado, 25 de julho de 2009
Porque reler é uma delícia...
Você começa a dar conta de que as coisas já passaram, e que algo interessante e gostoso de sua vida ficou pra trás quando vê e depara com algo que é do seu passado, que fez parte dele e que esteve um bom tempo em sua cia.
Aconteceu que me deu uma vontade de reler certos livros prediletos esses dias e comecei a fuçar na estante de livros a fim de escolher algo pra reler. Fui direto em dois livros em especial: Ramsés o filho da luz e O Hobbit. Primeiro comecei a reler Ramsés e já em três dias havia terminado, esse não me remeteu muito ao meu passado não, porque eu o li mais recentemente, mas, ao começar a reler O Hobbit, muitas lembranças começaram a vir em minha cabeça.
Aquelas tardes de chuva que me acompanharam na leitura, marcas de sangue nas páginas do livro que com certeza eram de minhas espinhas e que na época eu ficava muito bravo quando isso acontecia, as marcas de dedos, o péssimo hábito que tinha de marcar onde tinha parado na leitura com uma “dobrinha” no canto da folha, comer biscoito com achocolatado quente lendo. Minhas lembraças são de sempre ler e reler O Hobbit no inverno e em tempo de chuva.
Estou relendo ainda, e certeza que muitas saudades virá juntamente com as páginas lidas.
O interessante é que com a releitura você se descobre o quanto amadureceu e que na maioria das vezes coisas que tinham sentido pra você na primeira leitura hoje já não tem mais, e coisas que não tinham, hoje passa a ter e muito. rs...
Aconteceu que me deu uma vontade de reler certos livros prediletos esses dias e comecei a fuçar na estante de livros a fim de escolher algo pra reler. Fui direto em dois livros em especial: Ramsés o filho da luz e O Hobbit. Primeiro comecei a reler Ramsés e já em três dias havia terminado, esse não me remeteu muito ao meu passado não, porque eu o li mais recentemente, mas, ao começar a reler O Hobbit, muitas lembranças começaram a vir em minha cabeça.
Aquelas tardes de chuva que me acompanharam na leitura, marcas de sangue nas páginas do livro que com certeza eram de minhas espinhas e que na época eu ficava muito bravo quando isso acontecia, as marcas de dedos, o péssimo hábito que tinha de marcar onde tinha parado na leitura com uma “dobrinha” no canto da folha, comer biscoito com achocolatado quente lendo. Minhas lembraças são de sempre ler e reler O Hobbit no inverno e em tempo de chuva.
Estou relendo ainda, e certeza que muitas saudades virá juntamente com as páginas lidas.
O interessante é que com a releitura você se descobre o quanto amadureceu e que na maioria das vezes coisas que tinham sentido pra você na primeira leitura hoje já não tem mais, e coisas que não tinham, hoje passa a ter e muito. rs...
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fixe,
os discos e músicas de minha vida
sábado, 27 de junho de 2009
fixe.
correndo sem parar, seguindo num percurso não muito certo. os ambientes só são familiares num ponto em que ainda não avistou.
as vozes distantes são as mais claras. músicas só são ouvidas se estiverem no volume 10.
o que é nublado e escuro é de fácil acesso.
as luzes demais segam os olhos.
o caminhar tranquilo o deixa sem ar e sem motivação pra seguir.
pediu pra vestirem óculos de um mundo que não existia.
o não, era a palavra absoluta; o tempero, o mais forte era pedido.
apagaram todas as luzes.
fechou os olhos e começou a acariciar o cabelo.
as vozes distantes são as mais claras. músicas só são ouvidas se estiverem no volume 10.
o que é nublado e escuro é de fácil acesso.
as luzes demais segam os olhos.
o caminhar tranquilo o deixa sem ar e sem motivação pra seguir.
pediu pra vestirem óculos de um mundo que não existia.
o não, era a palavra absoluta; o tempero, o mais forte era pedido.
apagaram todas as luzes.
fechou os olhos e começou a acariciar o cabelo.
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Os discos e músicas de minha vida.
Para quebrar um pouco o clima de politicamente correto do meu último post (risos), vamos falar de música.
Quer coisa melhor do que falar de música? É um dos assuntos mais gostosos de se falar, aproxima pessoas, muda-se estados de espírito. Qualquer coisa coloca-se umas músicas no seu playlist e seja feliz.
A tempo eu queria fazer esse post. Vou enumerar alguns dos discos que não vivo sem, são músicas que despertam o desejo de ouvir sempre, que me trazem algo de alguma forma, que marcaram e continuam marcando sempre.
“A música exprime a mais alta filosofia numa linguagem que a razão não compreende.” - Arthur Schopenhauer.
A ordem que vou usar, não é a de preferência.
Gotye- Like Drawing Blood: é um disco delicioso, as faixas vão me empolgando a cada término e começo de outra, a forma em que a banda do cantor australiano usa a bateria é contagiante, sem falar na voz do próprio. Vale muito o disco, sempre me vejo dando um repeating nas faixas, principalmente na “heart’s a mess”.
Interpol- Turn on the Bright Lights: amo esse cd. A forma em que em que a banda usa a guitarra é demais, e claro a voz do Paul, deixa a gente todo babão. Tem duas faixas que eu venero, são elas: “untitled” e “say hello to the angles”. Simplesmente um dos melhores cds de rock da atualidade.
Kings of Leon- Only by The Night: o primeiro cd que ouvi deles gostei pouco, mas esse, eu vibrei muito. Vai me ganhando faixa a faixa, até que chega na “closer” e pronto, me deixa todo feliz, e pra melhorar as coisas, a seguinte é melhor ainda, a “cold desert”, que tem um solo de guitarra magistral. Mas, não para por aí, tem as faixas “manhattan” e “sex on fire” que são uma delícia, além da letra mostrar maturidade dos músicos.
Björk- Post: bom é difícil escolher um cd da minha querida como preferido, mas, o Post é o que eu não vejo problema em ouvi-lo inteirinho e tem a faixa “isobel” que por amor de Deus, foi a primeira música da Björk que chegou até mim, tem o disco Debut que ouço muito também.
Sigur Rós- Agaetis Byrjun e Takk: escolhi dois discos do grupo, porque, sacanagem né?! É muita coisa pra gostar de apenas um disco. O Agaetis me ganha já na introdução da primeira faixa, a forma que os músicos trabalham os arranjos das músicas me deixa cheio de questionamentos, a banda chegou onde toda a banda do gênero deve chegar? Mas, o Takk pra mim é o melhor. São um dos arranjos mais lindo que se tem notícias no mundo da música alternativa. A delicadeza, a voz falsete do vocalista em algumas faixas é de me deixar de queixo caído.
Ouço muito as pessoas dizerem que as músicas do Sigur são muito paradas. Sério, não entendo essa gente quando diz “música parada”.
Marisa Monte- Memórias, Crônicas e Declarações de Amor: é um dos discos mais delicado da cantora. A Marisa ao meu ver tem umas das vozes mais doce e afinado do mundo. Todas as faixas são uma delícia de ouvir.
Cat Power- You are Free: apesar de gostar muito da Cat cantando jazz e uma das minhas faixas preferidas não estar nesse disco [“the greatest”], esse é um dos discos que mais gosto e ouço, é uma fase bem romântica da cantora. As músicas são um deleite, foi aí que me apaixonei por Cat Power. Recuso-me a acreditar que ela vem ao Brasil e eu não vou poder vê-la. :/
Radiohead- The Bends: pô, eu adoro tudo que o radiohead faz, mas, esse disco foi o que me chegou primeiro. Foi com a faixa “fake plastic trees”, que eu descobri a banda que hoje é uma das minhas preferidas. Adjetivar radiohead eu não sei se é fácil ou difícil. Fácil por eu gostar tanto e difícil por não ter nem como adjetivar de tão perfeita que a banda é. :)
Miles Davis- Kind of Blue: é de uma mágia e sicronização do Miles com os seus músicos, que kind of blue se tornou o meu café da manhã.
P.S.: tem o meu Chico Buarque que merece um post só pra ele, mas isso, em breve.
Quer coisa melhor do que falar de música? É um dos assuntos mais gostosos de se falar, aproxima pessoas, muda-se estados de espírito. Qualquer coisa coloca-se umas músicas no seu playlist e seja feliz.
A tempo eu queria fazer esse post. Vou enumerar alguns dos discos que não vivo sem, são músicas que despertam o desejo de ouvir sempre, que me trazem algo de alguma forma, que marcaram e continuam marcando sempre.
“A música exprime a mais alta filosofia numa linguagem que a razão não compreende.” - Arthur Schopenhauer.
A ordem que vou usar, não é a de preferência.
Gotye- Like Drawing Blood: é um disco delicioso, as faixas vão me empolgando a cada término e começo de outra, a forma em que a banda do cantor australiano usa a bateria é contagiante, sem falar na voz do próprio. Vale muito o disco, sempre me vejo dando um repeating nas faixas, principalmente na “heart’s a mess”.
Interpol- Turn on the Bright Lights: amo esse cd. A forma em que em que a banda usa a guitarra é demais, e claro a voz do Paul, deixa a gente todo babão. Tem duas faixas que eu venero, são elas: “untitled” e “say hello to the angles”. Simplesmente um dos melhores cds de rock da atualidade.
Kings of Leon- Only by The Night: o primeiro cd que ouvi deles gostei pouco, mas esse, eu vibrei muito. Vai me ganhando faixa a faixa, até que chega na “closer” e pronto, me deixa todo feliz, e pra melhorar as coisas, a seguinte é melhor ainda, a “cold desert”, que tem um solo de guitarra magistral. Mas, não para por aí, tem as faixas “manhattan” e “sex on fire” que são uma delícia, além da letra mostrar maturidade dos músicos.
Björk- Post: bom é difícil escolher um cd da minha querida como preferido, mas, o Post é o que eu não vejo problema em ouvi-lo inteirinho e tem a faixa “isobel” que por amor de Deus, foi a primeira música da Björk que chegou até mim, tem o disco Debut que ouço muito também.
Sigur Rós- Agaetis Byrjun e Takk: escolhi dois discos do grupo, porque, sacanagem né?! É muita coisa pra gostar de apenas um disco. O Agaetis me ganha já na introdução da primeira faixa, a forma que os músicos trabalham os arranjos das músicas me deixa cheio de questionamentos, a banda chegou onde toda a banda do gênero deve chegar? Mas, o Takk pra mim é o melhor. São um dos arranjos mais lindo que se tem notícias no mundo da música alternativa. A delicadeza, a voz falsete do vocalista em algumas faixas é de me deixar de queixo caído.
Ouço muito as pessoas dizerem que as músicas do Sigur são muito paradas. Sério, não entendo essa gente quando diz “música parada”.
Marisa Monte- Memórias, Crônicas e Declarações de Amor: é um dos discos mais delicado da cantora. A Marisa ao meu ver tem umas das vozes mais doce e afinado do mundo. Todas as faixas são uma delícia de ouvir.
Cat Power- You are Free: apesar de gostar muito da Cat cantando jazz e uma das minhas faixas preferidas não estar nesse disco [“the greatest”], esse é um dos discos que mais gosto e ouço, é uma fase bem romântica da cantora. As músicas são um deleite, foi aí que me apaixonei por Cat Power. Recuso-me a acreditar que ela vem ao Brasil e eu não vou poder vê-la. :/
Radiohead- The Bends: pô, eu adoro tudo que o radiohead faz, mas, esse disco foi o que me chegou primeiro. Foi com a faixa “fake plastic trees”, que eu descobri a banda que hoje é uma das minhas preferidas. Adjetivar radiohead eu não sei se é fácil ou difícil. Fácil por eu gostar tanto e difícil por não ter nem como adjetivar de tão perfeita que a banda é. :)
Miles Davis- Kind of Blue: é de uma mágia e sicronização do Miles com os seus músicos, que kind of blue se tornou o meu café da manhã.
P.S.: tem o meu Chico Buarque que merece um post só pra ele, mas isso, em breve.
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Massa falida.
País da oportunidade?
O nosso país consiste de pessoas que trabalham mais e ganham menos,que trabalham normalmente em locais afastados de suas residências e são obrigados a pegarem várias conduções para chegar no local de trabalho, com isso essa grande parcela da população dormem menos, curtem pouco dos prazeres da vida, e onde na maioria das vezes a vida lhe nega até prazeres.
Já ouvi muito dizerem que trabalhar mais é relativo, pois, no mundo moderno os que trabalham mais fisicamente, nem sempre cansam tanto quanto os que trabalham mentalmente. Ok! Mas os que trabalham com a mente, com todo a certeza, ira reservar um tempo para o lazer e o prazer. É sabido de todos que a pequena parcela da população brasileira tem oportunidades de exercer trabalhos em que a ferramenta de trabalho é a mente e não o físico.
Se formos pegar para discutir oportunidades nesse país, a cartilha será extensa. De tudo que já vi, pude chegar à conclusão de que as grandes oportunidades acontecem para pessoas que tem “costas quentes” o chamado QI (quem indica), e nem sempre essas oportunidades são geradas por merecimento acadêmico e intelectual, e sim, por laços de família, amizade e apadrinhamento. E essas oportunidades, normalmente caí para pessoas que estão no grupo dos que necessariamente não precisam.
Sou contra cotas. Esses dias eu li um texto de um acadêmico que defende com unhas e dentes. O argumento deste, é que as chances do negro ingressar na faculdade é lhe reservando uma parcela das bolsas. Tudo errado, isso só faz aumentar mais o abismo do preconceito e dividir raças. Os negros, tem que ser tratados com igualdade e ter todas as obrigações e direitos que todos os cidadãos brasileiros. E outra, esse projeto de cotas é manco, ele nasceu precisando de muletas.
Não defendo "o bolsa família". Esse programa, só faz maquiar a velha ferida que é pra ser curada. De partida, é preciso reformular toda a educação infantil e fundamental, para que se crie cidadãos formuladores de opiniões e prontos para encarar os grandes desafios do mercado de trabalho.
O programa bolsa família, é um círculo vicioso onde o pobre se acostuma a esmolas elegantes.
O nosso país consiste de pessoas que trabalham mais e ganham menos,que trabalham normalmente em locais afastados de suas residências e são obrigados a pegarem várias conduções para chegar no local de trabalho, com isso essa grande parcela da população dormem menos, curtem pouco dos prazeres da vida, e onde na maioria das vezes a vida lhe nega até prazeres.
Já ouvi muito dizerem que trabalhar mais é relativo, pois, no mundo moderno os que trabalham mais fisicamente, nem sempre cansam tanto quanto os que trabalham mentalmente. Ok! Mas os que trabalham com a mente, com todo a certeza, ira reservar um tempo para o lazer e o prazer. É sabido de todos que a pequena parcela da população brasileira tem oportunidades de exercer trabalhos em que a ferramenta de trabalho é a mente e não o físico.
Se formos pegar para discutir oportunidades nesse país, a cartilha será extensa. De tudo que já vi, pude chegar à conclusão de que as grandes oportunidades acontecem para pessoas que tem “costas quentes” o chamado QI (quem indica), e nem sempre essas oportunidades são geradas por merecimento acadêmico e intelectual, e sim, por laços de família, amizade e apadrinhamento. E essas oportunidades, normalmente caí para pessoas que estão no grupo dos que necessariamente não precisam.
Sou contra cotas. Esses dias eu li um texto de um acadêmico que defende com unhas e dentes. O argumento deste, é que as chances do negro ingressar na faculdade é lhe reservando uma parcela das bolsas. Tudo errado, isso só faz aumentar mais o abismo do preconceito e dividir raças. Os negros, tem que ser tratados com igualdade e ter todas as obrigações e direitos que todos os cidadãos brasileiros. E outra, esse projeto de cotas é manco, ele nasceu precisando de muletas.
Não defendo "o bolsa família". Esse programa, só faz maquiar a velha ferida que é pra ser curada. De partida, é preciso reformular toda a educação infantil e fundamental, para que se crie cidadãos formuladores de opiniões e prontos para encarar os grandes desafios do mercado de trabalho.
O programa bolsa família, é um círculo vicioso onde o pobre se acostuma a esmolas elegantes.
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